sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Afinal... uma surpresa!

Em 18/08/2008 dei os Trachelium como mortos mas, por acaso, não os tirei do vaso. Ficaram esquecidos num canto da varanda até que, recentemente, encontrei uma folhinha. Afinal só tinham morrido na parte aérea! Foto de 10/10/2008:

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Maranta leuconeura E. Morren var. kerchoveana

Nomes comuns: Maranta, Maranta-pena-de-pavão, Maranta-verde

Foto de 13/10/2008:


Exemplar: Recolhido do lixo e trazido para o Jardim em em 13/10/2008.

Indicações de cultivo: É uma planta de 15 a 20 cm de altura, originária do Brasil, indicada para cultivo em interiores ou cobertura de solo em zonas abrigadas. Apresenta folhas muitos vistosas que se fecham ao anoitecer. Gosta de viver na sombra ou luz filtrada, não suportando a luz solar directa. Necessita de temperaturas acima dos 15º C, bem como de elevados graus de humidade (deve ser borrifada frequentemente com um pulverizador manual). No entanto e apesar de apreciar a humidade, esta planta necessita de um substrato com boa drenagem pois não gosta de ficar com as raízes de molho. É sensível à seca, não tolera mudanças bruscas de temperatura, correntes de ar e, muito menos, geadas. Podar uma a duas vezes por ano, de modo a manter o crescimento compacto. Reenvasar quando a planta estiver demasiado grande para o vaso. A melhor altura para fazer o transplante é em Fevereiro ou Março, antes de começar a época de crescimento. Depois de colocar a planta num novo vaso, o novo substrato não deverá ser demasiado calcado nem deverão ser feitas regas abundantes até que as raízes se tenham acomodado (o que demora alguns dias). Propaga-se por divisão.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Chegou mais um Spathiphyllum

Os primeiros lírios-da-paz que trouxe para o Jardim não sobreviveram. Entretanto apareceu-me mais um molho, já sem vaso... vamos a ver se têm mais sorte. Constou-me que estas plantas são sensíveis na raíz, reagindo mal a transplantes ou arrancamentos, como é o caso. Não sei se foi isso que fez com que a outra planta morresse ou se foi excesso de água como eu pensei. Seja como for, vou tentar outra vez. Foto de 13/10/2008:


Exemplar: Recolhido do lixo e trazido para o Jardim em 13/10/2008.

domingo, 12 de outubro de 2008

Um novo blog

Caros Todos,

Há algum tempo que sinto vontade de abrir outro blog, dedicado a coisas que não as minhas plantinhas. Alguns de vós talvez pensem que, no meio de tantos vasos, não faço mais nada na vida mas... até faço!

Assim sendo e a quem tiver interesse em arte e artesanato, convido a passar em: 


Espero que gostem e que, com o tempo, este se possa tornar num bom espaço de intercâmbio de ideias para todos os criadores e apreciadores de trabalhos manuais.

sábado, 11 de outubro de 2008

Abacateiro

Eis o abacateiro que encontrei germinado há cerca de um mês. Parece que gostou da mudança para o vaso e tem crescido bem. Ao seu lado vai crescendo uma erva não-identificada. Foto de 07/10/2008:

Helichrysum recuperado

Pouco depois do Helichrysum ter chegado ao Jardim notei que ele trazia "inquilinos", nomeadamente umas lagartinhas minúsculas que furavam os rebentos e os iam envolvendo em teias finas. De início pensei que podia removê-las com uma pinça de ourives e paciência de chinês mas, apesar de ter conseguido tirar uma grande parte, algumas ficavam dentro da planta e voltavam a aparecer. Certo dia resolvi acabar com o problema drasticamente e cortei todas as partes que estavam afectadas, bem como todas as que tinham um aspecto minimamente duvidoso. Tive bons resultados. A poda não só acabou com a infestação como estimulou um excelente desenvolvimento da planta. Resta dizer que as lagartinhas sempre se mantiveram aqui e nunca passaram para nenhum outro vaso. Foto de 07/10/2008: 

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Mais do que um prémio...


A minha companheira Hazel achou que eu merecia este prémio. Fico muito honrada! Habitualmente não dou seguimento a "correntes" mas penso que esta, vinda de onde veio, é especial...

O selo vem acompanhado de uma pequena tarefa, nomeadamente a de construir um acróstico a partir do nosso nome. Para quem não sabe, um acróstico é um poema cujas letras iniciais de cada verso compõem, por sua vez, palavras ou frases. 

Sempre amei as palavras e as palavras sempre me ajudaram a dizer o impronunciável...

Assim sendo, cá vai o acróstico e um pouco de mim:

Danço no
Abismo até que a
Madrugada chegue,
Amando cada
Despertar  
Onde as
Lágrimas caídas
Aparecem como água doce,
Gloriosa, em forma de
Orvalho.

Querida Hazel, muito obrigada pelo prémio - isto de caminhar juntas tem muito que se lhe diga! Obrigada também pelo pretexto para escrever poesia, pois é algo que já não faço muitas vezes.

Finalmente e, como nada é perfeito, não vou passar a "batata quente" a nenhum blog em particular (peço desculpa aos puristas das correntes!). Sei que muitos dos meus visitados não têm tempo nem disposição para coisas destas, além de que, para ser justa, teria de passar este selo a muuuuuuitas pessoas, algumas das quais nem andam pela blogosfera.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Mentha spicata 'Variegata'

Hoje não resisti a este vasinho e trouxe-o para o Jardim. A floreira de Mentha spicata foi completamente arrasada pelas pragas de Verão, sobretudo por tripes. Ainda não concluí se as raízes terão alguma força para produzir mais folhagem, uma vez que tive de cortar tudo por três vezes e há cada vez menos rebentos a aparecer. Recentemente já só sobravam três folhas minúsculas que também tive de remover... Nunca vi uma hortelã ser tão completamente destruída! Com a chegada do Outono ando a dar uma volta geral ao Jardim, limpando, podando, organizando, etc. de modo que as pragas, finalmente, estão a começar a desaparecer. Esta nova habitante irá morar para a floreira e espero bem que tenha mais sorte do que as suas antecessoras. Foto de 07/10/2008:


Exemplar: Planta envasada comprada num viveiro em 07/10/2008.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Drosanthemum sp.

Nomes comuns: Arrozinho, Bago-de-arroz

Foto de 04/10/2008:


Exemplares: Algumas estacas colocadas na terra em 01/10/2008. Como acontece muitas vezes, ainda falta a identificação da espécie...

Indicações de cultivo: As Drosanthemum são cerca de 120 espécies de plantas originárias de Africa. Resistem bem à seca e ao sol. Necessitam de um substrato com boa drenagem, de uma posição soalheira e de regas regulares, deixando sempre a terra secar antes de voltar a regar. Constituem uma boa cobertura de solo em zonas de fraca irrigação. Quando cultivadas em vasos, os ramos mais longos e desordenados que forem aparecendo deverão ser podados, bem como as flores removidas depois de murcharem, de modo a manter o crescimento compacto.

Plectranthus coleoides Benth.

Nomes comuns: Planta-do-incenso, Falsa-hortelã, Planta-vela

Várias pessoas têm-me falado da "planta do incenso" e, simpaticamente, têm-me trazido amostras da dita. Este vasinho foi-me oferecido por uma senhora adorável, a Dª Maria, cliente da loja onde trabalho. A planta é diferente da outra que me foi oferecida em 26/09/2008, pois esta apresenta uma bela folhagem variegada. Entretanto e graças à intervenção da Madalena na caixa de comentários pude identificá-la. Foto de 04/10/2008: 


Exemplar: Planta envasada, chegada ao Jardim em 30/09/2008.

Indicações de cultivo: É originária da Índia e aprecia os climas temperados e quentes. Pode viver na meia-sombra mas também tolera o sol directo. O solo deve ser rico e com boa drenagem. As flores são brancas e sugem em qualquer altura do ano. Se for cultivada no chão deverão ser tomadas providências para impedir que se alastre descontroladamente. É normal perder folhas no Inverno, pois é uma planta que não gosta de frio, no entanto, torna a rebentar por baixo na Primavera seguinte. Os seus ramos longos e flexíveis prestam-se para cultivo como pendente ou rastejante. Habitualmente é utilizada em jardinagem, para cobertura de solo entre plantas de flor ou para decoração de sacadas e varandas. A propagação faz-se por estacaria.

Uso medicinal: A planta está a ser estudada quanto às suas aplicações. Sabe-se que é utilizada na medicina tradicional indiana mas não disponho, por enquanto, de qualquer informação concreta.

Sinónimo botânico: Plectranthus forsteri Benth.

domingo, 5 de outubro de 2008

Promessas...

Depois de muito sofrer durante o Verão, a floreira de Crisântemos promete um festival de cor. Ainda são regularmente afectados por pulgões, que eu removo com duches de pressão e algumas borrifadelas de insecticida. Foto de 04/10/2008:

Desisti dos Tomateiros

A maioria das plantas ainda estava viva mas em muito mau estado. Foram atacados por tripes, moscas brancas e várias outras pragas não-identificadas. O resultado foi um crescimento muitíssimo lento e, chegados ao início de Outubro, dificilmente dariam qualquer fruta. Fotos de 04/10/2008:


Aqui um dos vasos, mais em pormenor, onde se pode ver a folhagem estragada por uma espécie de poeira branca:


Como estavam a ocupar muito espaço, além de constituírem um foco de infecção para as outras plantas, decidi removê-los dos vasos e dá-los como perdidos em 04/10/2008.

sábado, 4 de outubro de 2008

Chegou uma Echeveria

Nomes comuns: Echevéria, Rosa-de-pedra, Bola-de-neve-mexicana

Foto de 02/11/2008:


Exemplar: Uma pequena roseta que se partiu de uma planta maior. Recolhi-a e coloquei-a na terra em 29/10/2008. Não sei de que espécie se trata e agradeço palpites.

Indicações de cultivo: É um género de plantas suculentas originárias da América do Sul. Devem ser cultivadas sob sol directo e num substrato composto por terra de jardim, terra vegetal e areia, de modo a ter boa drenagem. Devem ser regadas regularmente durante a estação de crescimento, deixando a terra secar entre cada rega. No Inverno convém reduzir as regas de modo a evitar a podridão. Multiplicam-se por estacas de folha ou por separação dos rebentos laterais, vulgarmente chamados de "filhotes".

Pálida e gordinha...

Em 26/09/2008 chegou esta suculenta. Como é sabido, percebo pouco destas plantas e pedi ajuda pela internet. Foi-me sugerido que pudesse ser uma Graptopetalum paraguayense, uma Graptosedum ou uma Graptopetalum pentandrum cv 'Superbum'. Corri pelo Google, em busca de informações e imagens mas não encontrei material suficiente que me permitisse confirmar qualquer uma destas possibilidades. Se a audiência puder contribuir, agradeço. Foto de 28/09/2008:

Asplenium nidus L.

Nomes comuns: Asplénio, Feto-ninho, Ninho-de-ave, Ninho-de-pássaro

Fotos de 04/10/2008:


Aqui uma imagem do vaso:


Exemplar: Planta envasada, comprada numa florista e chegada ao Jardim em 01/10/2008.

Indicações de cultivo: É uma planta epífita mas que pode ser cultivada em vasos. É indicada para viver em interiores, sem receber sol directo mas uma boa iluminação filtrada. Não suporta temperaturas inferiores a 15ºC. Gosta de ter o substrato sempre húmido e de uma adubação mensal, apenas durante o periodo de crescimento activo. O reenvasamento deve ser feito, de preferência pela Primavera, se as raízes já tiverem preenchido completamente o vaso antigo. Tenho lido que a sua propagação só se faz por esporos, sendo uma das espécies mais difíceis de reproduzir pelo jardineiro amador.

Sinónimos botânicos: Asplenium ficifolium Goldm., Thamnopteris nidus (L.) C. Presl., Nottopteris rigida (?)