segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Corações-emaranhados

Esta plantinha tem crescido a olhos vistos e brevemente terei de a colocar num cesto de suspensão. Foto de 21/12/2008:

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Época de Bolbosas

No final de Novembro fui buscar os bolbos à despensa. Tinha-os guardados desde o final da época passada, todos juntos, numa caixinha arejada. São Narcisos, Jacintos, Açafrões e alguns anónimos. Em 21/12/2008 já espreitavam os primeiros:


Exemplares: Vários, colocados numa floreira em 30/11/2008.

Bolbosa desconhecida

Uma das primeiras plantinhas a romper na floreira é esta Anónima. Se bem me lembro, o bolbo foi recolhido em Fevereiro passado, em Sintra, à beira de um carreiro na floresta. Já o encontrei arrancado e cheguei a plantá-lo mas nunca chegou a produzir folhagem. Foto de 21/12/2008:

O Alecrim...

...tem sido um desgosto. A planta mais velha acabou por secar, apenas as estacas ainda se mantêm verdes mas com um mau aspecto tremendo. Foto de 21/12/2008:


Não consegui ainda perceber o que lhes falta. Estão na varanda, apanham algumas horas de sol directo, recebem água e adubo na época própria... mas não cresceram nem um milímetro desde que foram colocados na terra.

Aeonium haworthii

Estes Aeonium continuam lançados e já cresceram bastante desde a última foto. Ainda continuam no mesmo vaso e, se continuarem a crescer em altura, pode ser que não tenha de os mudar tão cedo. Foto de 21/12/2008:

Aeonium arboreum renascidos

Depois de terem estado às portas da morte por várias vezes, os A. arboreum conseguiram recuperar. Noto apenas que o tronco junto à roseta se está a formar muito mais delgado do que o tronco mais velho. Não sei se são sequelas das doenças ou se as plantas se estão a queixar de falta de sol... Foto de 11/12/2008:

Pachyveria glauca

A pequena roseta já cresceu bastante desde que foi colocada na terra, há cerca de quatro meses. Foto de 11/12/2008:

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Espadas-de-são-jorge

Quase não dou por elas, de tão pacatas e pouco exigentes que são... Vivem na sala e, sem darem nas vistas, vão crescendo e produzindo "espadas" novas. Foto de 31/12/2008:


As folhas danificadas são as mais velhas, ainda demonstrando as mazelas dos maus tratos de antigamente. As "espadas" novas têm-se tornado consideravelmente maiores do que as velhas.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Aglaonema 'Silver Queen'

Nomes comuns: Aglaonema, Café-de-salão, Falso-café-de-salão

Foto de 11/12/2008:


Exemplares: Dois pés com raiz recolhidos do lixo. Quando os encontrei estavam sem vaso e com as raízes expostas ao sol. Envasei-os há bem mais de um mês mas não pude trazê-los logo para o Jardim, pelo que estiveram na rua, ao frio, durante todo este tempo. Chegaram em 05/12/2008 e espera-se que agora, mais protegidos, mostrem sinais de melhoras.

Indicações de cultivo: É uma planta originária das Filipinas e sudeste da Ásia. O género conta com cerca de 50 espécies, todas elas passíveis de serem cultivadas em ambientes internos. Necessita de boa ventilação e não suporta ambientes secos ou ar condicionado. É relativamente resistente e requer pouca manutenção, sendo fácil de cuidar por pessoas com poucos conhecimentos ou falta de tempo. Prefere a sombra com bastante luz difusa, em substrato rico em matéria orgânica, com boa drenagem, regas regulares e bastantes para manter a terra ligeiramente húmida. No inverno convém reduzir um pouco as regas. Adapta-se a ambientes internos ou externos, desde que estes sejam aquecidos, pois não tolera frio nem geada. O ambiente ideal deverá ser quente e húmido. Multiplica-se por sementes, estaquia ou divisão.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Gerbera jamesonii Bolus ex Hook

Nome comum: Gerbera, Gerbera-do-transvaal, Margarida-do-transvaal

Foto de 21/12/2008:


Exemplares: Três vasos salvos do lixo e chegados ao Jardim em 15/12/2008.

Indicações de cultivo: O género inclui cerca de 30 espécies de plantas herbáceas perenes da família das Compostas, dotadas de folhas basais, flores reunidas em capítulos solitários e multifloros, com cerca de 10 cm de diâmetro e intensamente coloridos. O fruto é um aquénio acicular. As plantas deste género ocorrem naturalmente América do Sul, África, Madagáscar e Ásia tropical. Esta espécie em particular é de origem sul-africana. A planta necessita de sol directo e de um substrato com boa drenagem. As regas devem ser regulares mas permitindo que a terra seque ligeiramente entre cada uma. No Inverno as regas deverão ser ainda mais moderadas, pois é uma planta sensível à podridão e aos fungos. Aprecia uma adubação mensal, durante a época de crescimento e floração. As flores que forem murchando, deverão ser cortadas para manter o bom aspecto da planta e impedir que ela desperdice energia na produção de sementes. A época de floração vai de meados de Abril a Outubro. A propagação faz-se, preferencialmente, por divisão. No caso dos exemplares férteis (sem qualquer hibridação) poderá ser propagada por sementes. Sendo viáveis, as sementes germinam num prazo de de duas ou três semanas.

Utilizações: É uma planta cultivada em grandes quantidades pelo seu valor comercial. De facto, é uma das mais populares flores de corte, sendo apenas ultrapassada pelas rosas, pelos cravos, pelos crisântemos e pelas túlipas. A planta viva também é usada em jardinagem de interior ou exterior, nomeadamente em regiões de clima temperado. Os cultivares mais frequentes são os resultantes da hibridização entre a G. jamesonii e a G. viridifolia. O híbrido é conhecido por G. hybrida e dele existem alguns milhares de cultivares com grande variedade nas características florais, diferentes tamanhos, formas e cores que vão do branco ao amarelo, laranja, vermelho, rosa e púrpura. Existem cultivares que produzem flores com o centro negro e com pétalas variegadas. A espécies deste género são também utilizadas como organismo experimental em estudos de floração e de desenvolvimento meristemático da flor. As gerberas contém derivados naturais da cumarina com interesse fitoquímico e de controlo biológico. Esta informação foi retirada da internet e ainda não tive ocasião de investigar mais profundamente este tipo de aplicação.

Mais uma Maranta

Em 05/12/2008 chegou mais uma M. leuconeura var. erythroneura, trazida do lixo ainda com vaso mas quase sem terra. Aqui está ela depois de ter sido devidamente instalada. Fotos de 21/12/2008:


Quanto à planta mais velha, só recentemente deu a floração por concluída - para quem nunca tinha visto uma Maranta com flores, este ano enchi a vista! De resto, tem crescido muito bem:

Mudei de vaso o Plectranthus grande

A planta é incrivelmente vigorosa e, em pouvo tempo, cresceu o bastante para tombar o vaso. Em 09/12/2008 resolvi colocá-la num vaso maior. Foto de 21/12/2008:


Ainda não cheguei a uma conclusão sobre a identificação da espécie. Os candidatos mais prováveis são o Plectranthus barbatus Andr. e o Plectranthus amboinicus L.. Em todo o caso, parece que ainda vamos ter de esperar para saber ao certo.

Sedum burrito com alguma companhia

Atrevo-me a dizer que as Caudas-de-burro já estão pegadas mas... ainda sem certezas. A folha comprida foi apanhada na rua e desconheço totalmente de que espécie se trata. Não sei se irá pegar mas, enquanto estiver verde, insisto. Foto de 21/12/2008:

Ainda sem nome...

... mas já um pouquinho maior. Foto de 21/12/2008:

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Mudando de cor...

Já tinha notado o aparecimento de alguns ramos com folhas maiores e totalmente verdes, quando a Jardineira me disse que os variegados, por vezes, se "lembram" de deixar de o ser. Suponho que é isso que está a acontecer com o meu Ficus pumila 'Sunny' que, aos poucos, está cada vez maior e mais verde... Foto de 11/12/2008: